Me chamo Leandra e sou apaixona pelas histórias da vida

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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Palavra

Recentemente conheci uma palavra: inefável – o que não pode ser nomeado, designado ou descrito devido à sua complexidade natural, intensidade ou beleza;
No alto da minha experiência como mãe, posso afirmar que tem sido uma jornada realmente indescritível.
É que há tempos tenho procurado palavras para descrever sensações tão profundas e genuínas.
Só sei dizer que meu bebê esconde um cheirinho inebriante no pescoço, ali perto da orelha, entre uma dobrinha e outra.
Digo também que sou tomada por uma ternura absurda quando ele repousa a cabeça no meu ombro e a alegria é imensa quando ele me olha profundamente enquanto mama.
Mas como explicar o sorriso que ele me dá quando acorda?
E que palavras usar para expressar o que sinto quando ele aperta minha mão com força?
O fato é que mesmo juntando todos os adjetivos do mundo, há emoções que simplesmente não conseguimos mensurar, explicar ou descrever.
Esse amor é assim.
Acho que em cada um toca de um jeito e aflora um sentido mais que outro, mas em qualquer situação as palavras são insuficientes.
Mas juro que eu queria ao menos uma para definir esse amor que só o Lucca foi capaz de despertar.

Revolução? 

Explosão? 

Emoção? 

Inefável...

Um comentário:

  1. Lindo texto, Leandra. Realmente o olhar deles quando mamam, é apaixonante. Mas acho que o sentimento de pai é somente um vislumbre do de mãe.
    Beijos, que Deus continue te abençoando e dando muitas alegrias com o Lucca.

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